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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Interessante "Vinho tinto almenta apetite sexual da mulher .

Você conhece os beneficios do vinho para a mulher? saiba que são muitos e entre eles se destaca muito a libido que fica alterada depois de uma taça da bebida.
O poder afrodisíaco do vinho tinto pode ser comprovado depois de uma pesquisa realizada pela Universidade de Florença (Itália), que indica que a bebida serve como ativador do desejo sexual feminino.


No entanto, os cientistas afirmam que a qualidade do sexo e a quantidade de orgasmos não apresentaram mudança significativa, mostrando que a bebida influencia somente o desejo da mulher e não os resultados na hora do sexo.
O estudo foi feito com cerca de 800 mulheres que responderam questões ligadas ao consumo do vinho e a rotina sexual. De acordo com os pesquisadores, as mulheres responderam 19 perguntas ligadas a sexualidade e todas foram aprovadas como sexualmente saudáveis.
O resultado mostrou que as que consomem uma ou duas taças da bebida por dia, apresentam um desejo sexual muito maior que aquelas que não consomem nenhuma dose de vinho tinto, de acordo com as respostas do questionário

Planejamento, execução e gestão estratégica de negócios de Eventos, Cerimonial e Etiqueta social. por Lucia Bélo ,


Vinhos


Um vinho é bem apreciado através da visão, olfato e paladar. A visão permite distinguir a cor, o brilho e a fluidez. O vinho deve ser observado de preferência à luz do dia sobre um fundo branco, pois as nuances de vinhos são variadas. Antigamente acreditava-se que quanto mais escuro, melhor era o vinho tinto. No entanto, uma cor muito carregada pode ser indício de mosto ou de castas mais tintureiras. Por isso, a cor não dá garantia de um bom vinho. 

Em geral, vinhos que passam por barricas novas de madeira podem ter maior coloração porque a madeira ajuda a fixar a cor. Para sentir o teor alcoólico, ponha um pouco de vinho no copo e gire um pouco. Quando mais o vinho escorrega pelas paredes do copo, indica maior teor alcoólico. À medida que os vinhos tintos envelhecem, criam um depósito de partículas sólidas que podem provocar uma sensação desagradável na boca.


Alguns vinhos tintos podem precisar de decantação. Deve-se verter o vinho lentamente para um decanter, sem deixar que a garrafa sofra qualquer abalo, para que os resíduos não se misturem. Pode-se ainda usar uma coadeira. A decantação não serve apenas para separar o vinho do depósito, na verdade, o seu contato com o ar tem um efeito extraordinário pois, após tantos anos fechado numa garrafa, o vinho liberta os seus aromas e melhora as suas qualidades.

Alguns vinhos jovens também beneficiam se forem decantados. Vinhos de 10 a 20 anos de idade, devem ser decantados de 1 a 2 horas antes da refeição. Vinhos com mais de 20 anos de idade podem ser decantados na hora da refeição, evitando assim uma oxidação exagerada.
Um dos fatores mais importantes na apreciação de um vinho é a temperatura, só assim, o olfato e o paladar poderão identificar corretamente as suas características. O corpo, as castas, o teor alcoólico e a concentração de um vinho são muito mais do que simples arte, são também compostos químicos que, com a temperatura, têm reações diferentes, tanto na conservação como no paladar. A temperatura resulta na forma como a evaporação é feita, como são libertos os vários aromas, como o nosso palato reage ao néctar e, por conseguinte, como apreciamos um vinho.

Apesar de alguns enófilos garantirem que o vinho tinto deve ser bebido à temperatura ambiente, a temperatura ideal para os vinhos deve ser entre os 16º e os 18ºC. Os aromas e o bouquet de um vinho permanecem exaltados a 18ºC, diminuem a 12ºc e quase se neutralizam abaixo dos 8ºc. Em termos de sabor, temperaturas muito baixas, inferiores a 6ºc ou 8ºc, adormecem o paladar.

O frio aumenta a percepção da sensação amarga, da acidez, dos aromas perfumados e da vivacidade do sabor; as temperaturas mais elevadas acentuam a intensidade dos aromas, o impacto do doce e do álcool, e reduzem a delicadeza e elegância dos aromas. Os vinhos quando aquecidos ou expostos a altas temperaturas perdem as suas qualidades.
 Cada vinho tem reações diferentes a temperaturas. No entanto pode-se ter uma ideia da temperatura ideal para consumo.

Você pode experimentar os vinhos preferidos nas várias temperaturas para comprovar a variação de sabor. O resfriamento deve ser gradual. Em restaurantes pode-se pedir um balde de gelo para manter a temperatura dos vinhos brancos que são servidos gelados, e também para abaixar a temperatura do vinho tinto.
 
  • Os vinhos tintos, macios e envelhecidos, grandes tintos como Bordeaux e tintos ricos em tanino, de pouco ou médio corpo devem estar de 18° a 16°C.
  • Os tintos de pouco ou médio corpo, incluindo o vinho verde, de 16° a 14°C.
  • Os vinhos brancos encorpados e os tintos novos e leves, entre 14° a 12ºC.
  • Os vinhos rosados, entre 12° a 10°C.
  • Os vinhos brancos suaves e alguns brancos secos, espumantes rosé, entre 10° a 8°C.
  • Os Espumantes e vinhos brancos novos, de 8ºc a 6ºC Nenhum vinho deve ser servido com temperatura abaixo de 6°C.


O ideal para conservar o vinho em casa é ter uma cave de temperatura controlada. No entanto, se não tiver espaço para uma destas caves, escolha um local em casa com pouca luz, onde exista umidade e a temperatura não varie muito, de preferência virado a nascente. As garrafas devem estar deitadas para que o vinho entre em contato com a rolha, evitando a passagem de oxigênio. Além dos vinhos brancos e tintos, os espumantes devem estar deitados. Vinhos que não evoluem dentro da garrafa podem ser guardadas de pé. 

A variação de temperatura agride o vinho. Quanto mais fresco manter o vinho, mais lentamente evoluirá, já que o calor acelera a sua maturação. A luz também é uma fonte de calor. Locais úmidos são melhores, pois se a atmosfera estiver seca, as rolhas podem secar. Porém se permanecem em locais muito úmidos pode deteriorar o rótulo. Guarde preferencialmente os vinhos brancos nas prateleiras de baixo pois a temperatura também é mais baixa. Os tintos tintos, mais resistentes, são colocados nas prateleiras de cima. Os vinhos também podem ser conservados sobre tijolos úmidos, que você poder regar e manter úmido. 



Abrir um vinho é um prazer e uma arte que pode enaltecer suas qualidades ou pode destruí-lo. Antes de abrir uma garrafa de vinho deve-se retirar a porção da cápsula em contato com a abertura da garrafa e limpar o gargalo com um tecido, pois na maioria dos vinhos de boa qualidade a cápsula é feita de chumbo que é tóxico. A cápsula, deve ser cortada abaixo do ressalto maior do gargalo, próximo à abertura da garrafa.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Espaguete com Abobrinha e Camarão .

Receita : Espaguete com Abobrinha e CamarãoI
taliana 
  
A mais comum e tradicional pasta italiana pode feita com uma grande variedade de ingredientes. Além disso, pode também ser servida com molhos muito saborosos, como, manteiga, alho, óleo, tomate, manjericão, anchova, salsa, presunto, majericão, mariscos e cogumelos. A massa, que mede de 25cm a 35cm de comprimento, é feita com farinha de trigo branca ou integral e precisa ser cozida por alguns minutos em água quente.
  
Ingredientes 
  
100 gr de espaguete cozido(s) "al dente"
quanto baste de camarão rosa limpo(s)
1 colher(es) (chá) de açafrão
30 gr de abobrinha em tiras
50 ml de creme de leite fresco
quanto baste de noz-moscada
30 ml de suco de limão
1 colher(es) (sopa) de manteiga 
  
Modo de preparo 
   

temperarver vídeo os camarõesver vídeo com o suco de limão e sal (a gosto). Dourar os camarões na manteiga e acrescentar o creme de leite e o açafrão. Deixar ferver por aproximadamente 5 minutos.
Acrescentar as tirinhas de abobrinhas, já previamente ferventadas com uma pitada de noz-moscada e sal à gosto.
Em seguida adicione o espaguete cozido aos camarões.
  

Champignon à Provençal .

Champignon à Provençal
  

Ingredientes

1 xícara(s) (chá) de azeite
3 dente(s) de alho picado(s)
400 gr de champignon em conserva
quanto baste de sal
quanto baste de salsinha picada(s)
quanto baste de manjericão picado(s)
Modo de preparo
Aqueça o azeite em uma frigideira e junte o alho picadover vídeo Corte o champignon em lâminas, tempere com sal e leve à frigideira. Mexa bem, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 5 minutos. Acrescente a salsinha e o manjericão. Mexa e retire rapidamente para não queimar.

Chowder de Mariscos da Nova Inglaterra .

Chowder de Mariscos da Nova Inglaterra
  



Tipo de Culinária: EUA
Categoria: Entradas
Subcategorias: Sopas
Rendimento: 6 porções
Um dos pratos mais tradicionais da Costa Leste americana, o New England Clam Chowder foi criado na época dos primeiros Pilgrims que vieram para a América, onde associaram ingredientes do Velho Mundo com os do Novo Mundo. Ideal para suportar as baixas temperaturas devido a sua inusitada combinação de sabores fortes.

Ingredientes

50 gr de bacon Sadia em cubos pequenos
90 gr de cebola picada(s)ver vídeo
70 gr de farinha de trigo
600 ml de caldo de peixe
180 gr de marisco limpo(s)
120 gr de batata em cubos pequenos
200 ml de leite
200 ml de creme de leite fresco
quanto baste de sal
1/2 colher(es) (café) de tabasco
1/2 colher(es) (sobremesa) de molho inglês
Modo de preparo
cozinhe a batataver vídeo no leite. Escorra a batata e reserve também o leite, separadamente.
Aqueça uma panela funda e adicione o bacon. Quando começar a dourar, acrescente a cebola. Assim que começar a “suar”, acrescente a farinha e mexa bem, para absorver toda a gordura. Acrescente o fumet de peixe e mexa bem.
Acrescente o leite reservado, o creme de leite fresco e deixe cozinhar por 20 minutos. Acrescente então os mariscos, a batata reservada, tempere com sal, tabasco e molho inglês. Sirva quente.a

Farfalle à Parisiense , uma receita facil e rapido , que armoniza muito bem com um vinho tinto léve ex; Leonardo Tempranillo ( Argentino ),vai uma dica para minha amiga "DANI ALMEIDA ".

Farfalle à Parisiense
  
Tipo de Culinária: Itália
Categoria: Pratos Principais
Subcategorias: Massas
Rendimento: 2 porções

Ingredientes

250 gr de farfalle cozido(s)
1/2 litro(s) de leite
3 colher(es) (sopa) de farinha de trigo dissolvida(s)
1 colher(es) (sopa) de manteiga
quanto baste de sal
100 gr de presunto sem capa de gordura , picado(s) finamente
1 unidade(s) de peito de frango desossado, desfiado(s)
1 xícara(s) (chá) de ervilha
1/2 lata(s) de creme de leite 
quanto baste de Queijo Ralado para polvilhar
Modo de preparo

1 - Leve o leite ao fogo e deixe ferver. Junte a manteiga e a farinha de trigo, já dissolvida. Mexa sempre, com uma colher de pau para não encaroçar.

2 - Tempere com sal, junte o peito de frango, o presunto e a ervilha. Deixe levantar fervura, acrescente o creme de leite e desligue o fogo.

3 - Sirva sobre o macarrão, polvilhando queijo ralado.

Dicas:
1 - Se gostar, tempere com um pouquinho de noz moscada ralada.
2 - Se o molho encaroçar, bata-o no liquidificador , antes de juntar os ingredientes sólidos.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Existem diferenças entre homem e mulher no mundo do vinho ???



Existem diferenças entre vinhos feitos por homens e por mulheres? Os de autoria feminina são mais delicados? Essas são algumas das perguntas que a Revista Prazeres da Mesa se propôs a responder em uma degustação especial que fizeram.
No mundo vinícola já é reconhecido que a sensibilidade das mulheres para degustar e sentir os aromas de um vinho é, na maioria das vezes, superior à do homem. Nesta degustação, porém, não mostrou nenhuma diferença marcante nos vinhos moldados por elas em relação aos que são feitos por enólogos homens. Esses exemplares que degustaram, mostraram virtudes e qualidades que os fazem merecedores de fazer parte de qualquer adega.
Um brinde a elas!
– Quinta da Manuela 2001 –
Castas: Tinta Roriz (Tempranillo), Tinta Barroca e outras
Enóloga: Margarida Serôdio Borges
Douro, Portugal
Importadora: Vinci.
A mentora desse vinho é Margarida Serôdio Borges, ex-esposa de Dirk Nieport, um dos fa-mosos “Douro boys”. Revela um buquê amplo, grande complexidade, muita fruta e uma excepcional textura com um final longo e prazeroso. Sem dúvida, um grande vinho.
– Chocapalha Reserva 2004 –
Castas: Touriga Nacional e Tinta Roriz
Enóloga: Sandra Tavares da Silva
Estremadura, Portugal
Importadora: Vinci.
A Quinta de Chocapalha pertence à talentosa e bela Sandra Tavares da Silva, também responsável pelo Quinta do Vale D. Maria. O vinho tem aromas complexos e notas características de chocolate e frutas vermelhas maduras. É um vinho intenso, rico, vigoroso, com taninos sedosos e de final longo – tem vida para 5 a 10 anos.
– EQ Syrah 2006 –
Casta: Syrah
Enóloga: Paula Cárdenas Sáez
Matetic, Chile
Importadora: Casa do Porto.
Paula Cárdenas Sáez é engenheira agrônoma com passagem por diversas vinícolas ao redor do mundo. Syrah delicioso, com algumas notas de tostado e defumado. Na boca, as frutas tomam conta de forma elegante e persistente, com um final macio e sedoso.
– Quinta Nova Reserva 2005 –
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Amarela
Enóloga: Luisa Amorim
Douro, Portugal
Importadora: Vinea.
Luisa Amorim criou a vinícola em 1999 numa propriedade que data do século 17, com 120 hectares de terras, dos quais 85 formados com vinhedos. Vinho com corte típico do Douro, tem aromas florais (violetas) e de frutas vermelhas. O sabor gostosamente envolvente e longo.
– Floresta Apalta 2004 –
Castas: Cabernet Sauvignon e Carménère
Enólogos: Cecília Torres e Andrés Ilabaca
Santa Rita, Chile
Importadora: Grand Cru.
Cecília foi eleita Enóloga do Ano, no Chile, em 2006. Vinho afinado por 17 meses em carvalho francês, com notas de goiaba e menta, uma boca redonda com taninos macios e retrogosto frutado, longo e prazeroso.
– Cipress Sauvignon Blanc 2006 –
Casta: Sauvignon Blanc
Enóloga: Maria Luz Marin
Valle de San Antonio, Chile
Importadora: Vinea.
Maria Luz é fundadora da vinícola Viña Casa Marin, construída, entre 2003 e 2004, a 4 km do Pacífico. Esse Sauvignon Blanc é exuberante, revelando aromas característicos de maracujá e damasco, com algumas notas minerais. Na boca, uma bela acidez e um corpo denso proporcionam uma deliciosa aventura sensorial.
– Villa Tirrena Merlot del Lazio 2004 –
Casta: Merlot
Produtora: Noêmia D’Amico
Lazio, Itália.
Importadora: Mistral.
A vinícola tem como forte seus vinhos brancos. Esse Merlot é uma boa exceção, elaborado pelo enólogo Carlo Corino. Com notas de frutas vermelhas e pretas, como cerejas, cassis e ameixa. Notas também de chá de camomila e/ou erva-doce. Na boca revelou acidez equilibrada, taninos macios e álcool, sem exagero.
– Susana Balbo Malbec 2006 –
Castas: Malbec e Cabernet Sauvignon
Enóloga: Susana Balbo
Agrelo, Argentina
Importadora: Cantu.
Susana Balbo é sem dúvida a enóloga argentina mais famosa no Brasil. Vinho potente, vigoroso e envolvente. Tem muito de tudo: fruta vermelha, álcool, taninos e boa acidez. O vinho repousa por 13 meses em barricas francesas de carvalho. Um detalhe interessante: os vinhedos são de pé franco (sem enxertia).
– Brunello di Montalcino Selezione Prime Donne 2003 –
Casta: Brunello
Enóloga: Donatella Cinelli Colombini
Toscana, Itália
Importadora: Grand Cru.
Donatella é a última descendente do clã Cinelli Colombini, que possui propriedades e vinícolas na Toscana. Vinho com aromas discretos de frutas, com algumas notas vegetais. Na boca, é equilibrado, com taninos redondos e macios. Alguns anos de guarda devem melhorar sua paleta olfativa.
– Lokal Silex 2004 –
Castas: Touriga Nacional e Alfrocheiro Preto
Enóloga: Filipa Pato
Beiras, Portugal
Importadora: Casa Flora.
Filipa é filha de Luis Pato, o homem que revolucionou a viticultura na Bairrada, em Portugal. Esse vinho foi fermentado em lagar de inox, com pisa manual, e afinou em potes de 650 litros durante 12 meses. Um belo exemplar da nova geração de vinhateiros de Portugal: fruta, equilíbrio e corpo.
– Bourgogne Leroy 2001 –
Casta: Pinot Noir
Enóloga: Lalou Bize-Leroy
Bourgogne, França
Importadora: Zahil.
Lalou Bize-Leroy é uma respeitável senhora de ar bonachão. Foi diretora do Domaine de La Romanée-Conti até 1989. Vinho de cor evoluída, com reflexos âmbar. No nariz, as frutas vermelhas estavam discretas, abafadas pelos aromas secundários. Corpo leve, taninos macios e a acidez característica dos bons Borgonha.
– Susana Balbo Brioso 2005 –
Castas: Cabernet Sauvignon, Malbec, Cabernet Franc, Petit Verdot e Merlot
Enóloga: Susana Balbo
Agrelo, Argentina
Importadora: Cantu.
Susana Balbo criou Brioso com um corte bordalês. O resultado é um vinho elegante, com aromas ainda fechados, e que vai ganhar muito com a guarda. Na boca, ele revela um corpo médio com álcool moderado. Parece mais um Bordeaux que um vinho argentino. Cantu.
– Sideral 2003 –
Castas: Carbernet Sauvignon, Merlot, Syrah e Sangiovese
Enóloga: Ana Maria Cumsille Ubago
Valle de Rapel, Chile
Importadora: Grand Cru.
A Altair é uma subsidiária da Viña San Pedro. Apesar de ser da safra 2003, o vinho apresentou-se um pouco fechado com taninos ainda jovens e duros.
CHEERS!!